Jatinho particular LV-JQW, um Gulfstream G400, da companhia aérea argentina Baires Fly. Divulgação/Baires Fly A empresa proprietária do jatinho utilizado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) para ir aos Estados Unidos nesta quarta-feira (28) é alvo de investigação na Justiça argentina por um suposto esquema de propina que envolve a irmã do presidente argentino, Javier Milei, segundo a imprensa argentina.
✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp AO VIVO: Acompanhe os desdobramentos da fuga de Flávio Bolsonaro aos EUA O avião que transportou a família até os Estados Unidos, um jatinho particular Gulfstream G400 pertence à empresa Baires Fly, companhia argentina de voos privados. A aeronave, de matrícula LV-JQW, transportou o senador, sua esposa e as filhas do casal da Argentina para os EUA, com parada no Equador.
Segundo o jornal argetino "Perfil", a Baires Fly está sendo investigada dentro de um processo que apura um suposto esquema de suborno na Agência Nacional de Deficiência da Argentina (Andis). A irmã do presidente argentino, Karina Milei, foi acusada de receber proprina na compra de medicamentos pela Andis. Ela nega.
A acusação, que veio à tona em agosto do ano passado, abriu uma das maiores crises do governo Milei até agora. Além de ser braço direito de seu irmão dentro do governo, Karina Milei é também secretária-geral da Presidência na Argentina. 👉 Em uma mensagem de áudio, o então chefe da Andis, Diego Spagnuolo, afirmou que a irmã do presidente cobrava propina de indústrias farmacêuticas para compra de medicamentos para a rede pública.
O áudio vazou para a imprensa argentina e, um dia depois do vazamento, Javier Mileu demitiu Diego Spagnuolo. Esta reportagem está em atualização. Flávio Bolsonaro desembarcando na Flórida REUTERS/Eva Marie Uzcategui
