Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante homenagem às vítimas do atentado de 11 de Setembro no Pentágono, nos EUA, em 11 de setembro de 2026. REUTERS/Elizabeth Frantz O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (11) que seu país "enfrentou de frente o mal genuíno" no 11 de Setembro de 2021 e o atentado é algo que "nunca, nunca será esquecido".
✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp "2.977 almas lindas foram extirpadas do nosso mundo e milhares outras nos anos seguintes por causa daquele atentado grotesco. Nunca nunca vamos esquecer, e é por isso que lutamos hoje. Não temos escolha, só pode haver vitória.
Lutamos forte e para vencer. (...) Foi um mal horrível e imenso, que pretendia destruir tudo que é de bom. Mas hoje lembramos também como nosso país respondeu a essa perversão.
Lembramos naquela época e até hoje do que somos feitos", afirmou Trump. A fala ocorreu em um evento no Pentágono para relembrar os 25 anos do atentado, em que terroristas da Al-Qaeda sequestraram aviões e jogaram contra as Torres Gêmeas, em Nova York, e deixaram quase três mil mortos (leia mais abaixo). O discurso de Trump relembrou a política de "guerra ao terror" implementada pelo governo dos EUA após o atentado.
O termo inclusive foi citado diretamente pelo líder norte-americano. Agora no g1 O secretário de Guerra, Pete Hegseth, também esteve presente ao lado de Trump no Pentágono, em Washington D.C. Em sua fala ele elogiou as equipes de emergência e a população, "heróis que encararam a morte de frente".
"O 11 de Setembro foi um dos dias mais sombrios na história dos EUA, mas o mal não conseguiu prevalecer. 25 anos depois, os EUA continuam fortes e orgulhosos como nunca. (...) Até hoje ainda estamos mandando terroristas para o inferno, que é onde eles pertencem.
Vamos terminar esta luta", afirmou Hegseth. Outros atos também ocorreram em Nova York e em outras cidades pelos EUA para marcar os 25 anos do atentado de 11 de Setembro. Leia mais aqui.
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Os prédios, à época os mais altos de Nova York, caíram e 2.977 pessoas morreram. Às 8h46, no horário local, o primeiro avião atingiu a Torre Norte do World Trade Center. Dezessete minutos depois, às 9h03, um segundo avião colidiu contra a Torre Sul.
O ataque às Torres Gêmeas foi coordenado com outros que atingiram outros alvos pelos Estados Unidos. Um terceiro avião foi lançado contra o Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos EUA, em Washington D.C. Um quarto avião caiu em uma área rural próxima a Shanksville, na Pensilvânia.
A aeronave não chegou ao destino pretendido pelos sequestradores porque passageiros reagiram ao sequestro e enfrentaram os criminosos. Milhares de outras pessoas morreram ao longo dos anos em Nova York por conta de problemas respiratórios causados pela fumaça tóxica liberada pela queda dos edifícios. Mais pessoas morreram após o atentado que no dia do atentado, inclusive, segundo o governo dos EUA.
