Flávia Barros, vítima de feminicídio, e Tiago Sóstenes, suspeito de feminicídio. Reprodução redes sociais Acontece nesta sexta-feira (16), no Fórum Gumersindo Bessa, em Aracaju, a segunda audiência de instrução sobre a morte da empresária baiana Flávia Barros, ocorrida em março deste ano. O policial penal Tiago Sóstenes Miranda de Matos foi indiciado pelo crime de feminicídio contra a namorada.

Ao longo desta etapa processual, a Justiça deve ouvir 11 testemunhas, sendo 10 de forma remota. O acusado, que está preso, não comparecerá presencialmente e será representado por seus advogados. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 SE no WhatsApp O crime ocorreu em um hotel no Bairro Coroa do Meio, na Zona Sul da capital.

Na ocasião, o poliical foi hospitalizado, após receber alta ele foi encaminhado ao Presídio Militar (Presmil). Investigação do Ministério Público Em maio, o Ministério Público de Sergipe (MP-SE) apresentou os detalhes das apurações. Segundo o órgão, laudos técnicos contestaram a versão inicial dada pelo suspeito de que ele teria tentado cometer suicídio após balear a empresária.

Tiago Sóstenes Miranda de Matos era diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso Reprodução/Redes Sociais As análises periciais do MP-SE indicam que a vítima estava deitada na cama no momento em que foi atingida pelo disparo. Registros extraídos dos telefones celulares do casal também mostraram que o relacionamento era marcado por episódios anteriores de violência contra a mulher.

O MP-SE pede a condenação do acusado por feminicídio, crime com pena máxima de 40 anos de prisão, além da aplicação de duas causas de aumento de pena. Agora no g1 Leia mais: Empresária e estudante de Direito: saiba quem era baiana morta a tiros em hotel de Aracaju