Caso foi registrado como tentativa de homicídio qualificado por motivo fútil na Delegacia de Polícia de Itaquaquecetuba. Erasmo Marques/TV Diário Caso foi registrado como tentativa de homicídio qualificado por motivo fútil na Delegacia de Polícia de Itaquaquecetuba. Thaís Leite/TV Diário Um homem de 64 anos, suspeito de atirar contra o próprio enteado, de 20 anos, foi preso pela Polícia Militar nesta quarta-feira (4), em Itaquaquecetuba.

A Justiça havia decretado a prisão temporária dele por 30 dias no dia 1º de novembro. Segundo a PM, o caso aconteceu em 31 de outubro, após uma discussão familiar, no Jardim Carolina. ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp De acordo com o boletim de ocorrência, o jovem foi atingido por disparos na região da barriga e na perna esquerda.

Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado ao Hospital Santa Marcelina, onde passou por cirurgia. Durante o procedimento, dois projéteis foram retirados. A Polícia Civil informou que a vítima se recuperou e não corria risco de morte.

A mãe do jovem, de 42 anos, contou à polícia que o filho e o padrasto tinham desavenças havia cerca de dois meses. No dia da ocorrência, o rapaz foi até a casa para conversar com ela. Agora no g1 Segundo a mulher, o filho estava sob efeito de álcool e pegou um pedaço de madeira durante a discussão.

Ela afirmou, porém, que não houve agressão física antes do disparo. A mãe também disse que levantou a camisa do jovem para mostrar ao suspeito que ele não estava armado. Já a vítima relatou à polícia que levou um soco no rosto antes de o padrasto pegar uma arma semelhante a uma espingarda e atirar contra ele.

O jovem afirmou que não tentou agredir fisicamente o suspeito. Após o disparo, o homem fugiu do local. A mãe e as três filhas foram retiradas da residência com acompanhamento policial e encaminhadas a um serviço municipal de acolhimento.

O caso foi registrado como tentativa de homicídio qualificado por motivo fútil na Delegacia de Polícia de Itaquaquecetuba. Prisão temporária A prisão temporária foi decretada pela Justiça após manifestação do Ministério Público. A Polícia Civil havia solicitado a prisão preventiva, mas o órgão se manifestou pela prisão temporária por 30 dias.

A decisão foi tomada em 1º de novembro, informou o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP). Na decisão, o juiz considerou que a prisão era necessária para o andamento das investigações. Entre os motivos citados estão a fuga do suspeito após o crime, a arma utilizada ainda não ter sido localizada e a necessidade de realizar investigações, como exames periciais e a busca por possíveis testemunhas.

Segundo o TJSP, o juiz também mencionou os relatos da vítima e da mãe, que presenciou o episódio. Outro ponto considerado foi o risco de interferência na investigação. A mulher era companheira do suspeito e já havia registrado um boletim de ocorrência por ameaças contra ela.

Na ocasião, obteve medidas protetivas. Assista a mais notícias do Alto Tietê