Polícia Civil cumpre mandados em Prefeitura Municipal de Darcinópolis Divulgação A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quarta-feira (14), a Operação ÔM3GA para investigar um suposto esquema de corrupção que, segundo a corporação, movimentou mais de R$ 10,3 milhões em recursos públicos e teria distribuído mais de R$ 4 milhões em propinas a agentes públicos e outras pessoas ligadas ao grupo investigado. Entre os investigados estão quatro prefeitos em exercício, um ex-prefeito.

Também são investigados vereadores que presidem câmaras municipais, advogados que atuam ou atuaram como procuradores municipais, contadores, empresários, secretários e servidores municipais e pessoas suspeitas de participação em lavagem de dinheiro.

📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Ao todo, mais de 100 policiais civis cumprem 70 mandados de busca e apreensão relacionados a 41 alvos em Araguaína, Palmas, Ananás, Arapoema, Darcinópolis, Pau D'Arco, Pedro Afonso, Nova Olinda, Palmeirante, Colinas do Tocantins e Figueirópolis. As buscas são realizadas em sedes de cinco prefeituras e cinco câmaras municipais, escritórios de advocacia, empresas e residências dos investigados.

LEIA TAMBÉM ‘Era apaixonada pelo filho’, diz amiga de jovem que morreu após bater em betoneira parada em ponte no TO Mais de 100 kg de drogas são incinerados no Tocantins após operação contra o tráfico Cidade do Tocantins terá eleição para prefeito no 2º turno das disputas para presidente e governador Agora no g1 Além dos mandados de busca, o Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO) autorizou a quebra do sigilo bancário dos investigados e determinou a suspensão de todos os contratos públicos vigentes mantidos com órgãos estaduais por 14 pessoas físicas e jurídicas ligadas ao grupo investigado.

A decisão também proíbe a celebração de novos contratos com a administração pública. O TJTO impôs medidas cautelares a cinco investigados. Entre as restrições estão a proibição de contato entre eles e com agentes públicos investigados, o impedimento de frequentar as prefeituras e câmaras municipais envolvidas e a vedação para prestar serviços em contratações públicas no estado.

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