Augusto Cury (Avante) vota no 2º turno das Eleições 2026 em Colina, SP Flávia Santucci/EPTV O escritor Augusto Cury (Avante), ex-candidato à presidência da República, votou no segundo turno das Eleições 2026 neste domingo (25) em Colina (SP). O voto foi registrado em uma seção da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Coronel José Venâncio Dias. Cury foi o terceiro candidato mais votado no primeiro turno.
Ele recebeu 3.448.569 votos, o equivalente a 2,89% dos votos válidos. No segundo turno, Cury decidiu apoiar Flávio Bolsonaro (PL) na disputa. O escritor disse que tomou a decisão depois que Flávio o "ouviu de maneira profunda e inteligente" e aceitou as propostas apresentadas, assinando um compromisso público, principalmente pelo fim da reeleição.
"Eu apoiei o Flávio, porque eu realmente sou contra a reeleição e ele assinou um protocolo de intenção com oito elementos. Primeiro, o fim da reeleição, ele vai lutar com todas as forças. Número dois, ele vai lutar com todas as forças para proteger as mulheres.
Como eu disse, 1.571 mulheres morreram no ano passado, usando tecnologia, integrando as demais polícias. Ele também assinou um protocolo para dobrar o número de cooperados no Brasil, nós somos 28 milhões de cooperados.
Dobrar a produção de alimentos, fazer todos os esforços possíveis para investir na agricultura, para repaginar também a educação, para que a educação forme pensadores, onde os professores se tornem provocadores, desafiadores, elogiadores da arte de participar, para que haja inclusão emocional nas escolas." Veja fotos do 2º turno das eleições 2026 em Ribeirão Preto e Franca Acompanhe a movimentação do 2º turno Agora no g1 Cury destacou que um dos compromissos mais importantes assumidos pelo candidato Flávio Bolsonaro é a proposta pelo fim da reeleição.
“Em destaque, eu espero que haja o fim da reeleição para que o culto à personalidade nunca mais possa ser vivenciado nesse país. Nós temos que perceber que lulismo e bolsonarismo devem ser colocados em segundo plano.” Responsabilidade fiscal O ex-candidato disse que o maior desafio do próximo presidente do Brasil é a responsabilidade fiscal, com menos gasto do que a arrecadação. "Gastar muito menos do que arrecada, porque só para rolar a dívida federal, nós gastamos, no ano passado, R$ 1 trilhão e 150 bilhões.
Isso é um absurdo. Para você ter uma ideia, nós estamos com um déficit entre R$ 80 e 90 bilhões esse ano, que é o déficit primário, o custeio do governo: funcionários, despesas da previdência, assim por diante. Mas o déficit para rolar a dívida é tão grande que é R$ 1 trilhão e 150 bilhões.
Então, a responsabilidade fiscal é fundamental. E tem de haver um pacto nacional. O próximo presidente vai ter que falar, olha, se não arrecadarmos, os juros vão continuar altíssimos." Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão e Franca Vídeos: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região
