Suspeito de matar homem é preso pela Polícia Civil Divulgação/PCTO Um homem de 32 anos foi preso preventivamente, suspeito de matar Aderailton Pereira Moura, de 45 anos, no município de Peixe, sul do Tocantins. Segundo a Polícia Civil, Aderailton foi assassinado com um tiro na cabeça. O crime aconteceu na noite de 14 de outubro de 2026, em frente à casa da vítima, onde também funcionava uma borracharia, no centro da cidade.
O suspeito foi preso nesta quinta-feira (22) e não teve o nome divulgado, por isso, o g1 não conseguiu contato com a defesa. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Conforme a investigação, Aderailton foi chamado pelo nome por um homem que chegou ao local de bicicleta por volta das 21h36. Quando apareceu no portão, foi atingido pelo disparo.
Ele chegou a ser socorrido e levado ao Hospital Municipal de Peixe, mas morreu horas depois.
LEIA TAMBÉM: Família procura por homem que desapareceu na ponte sobre o lago de Palmas Imagens aéreas mostram seca em rio da maior ilha fluvial do mundo, no TO; assista Prefeitura transfere ponto facultativo e servidores de Palmas terão quatro dias de folga Agora no g1 Conforme a polícia, a identificação do suspeito foi possível após a análise de imagens de câmeras de segurança, que permitiram reconstituir o trajeto feito pelo autor antes e depois do homicídio.
O suspeito foi localizado na BR-242, a cerca de cinco quilômetros de Peixe, quando retornava da zona rural do município. Durante as buscas na casa do investigado, foram apreendidos uma bicicleta, um boné vermelho e uma camiseta que, segundo a polícia, aparecem nas imagens registradas na noite do crime. Um celular também foi recolhido e passará por análise.
De acordo com a Polícia Civil, o suspeito confessou o homicídio no momento da abordagem. Ele afirmou que matou a vítima por vingança e alegou ter sido agredido anteriormente por Aderailton. O investigado também disse que jogou a arma utilizada no crime no Rio Tocantins.
Conforme a corporação, o homem possui condenações por roubo, tráfico de drogas, associação para o tráfico e corrupção de menores. À época do homicídio, ele cumpria pena em regime aberto, em prisão domiciliar. A Polícia Civil informou que o investigado estava com os direitos políticos suspensos em razão dessas condenações.
Por isso, segundo a corporação, ele não estava protegido pela restrição à prisão de eleitores prevista na legislação eleitoral. Após os procedimentos legais, o suspeito foi encaminhado para a Unidade Penal Regional de Gurupi, onde permanece à disposição da Justiça. O inquérito segue em andamento.
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