Polícia Civil conclui inquérito sobre a morte de criança em Palmas (TO) e indicia pai e madrasta Stefani Cavalcante/g1 O advogado Igor Veloso de Sousa, suspeito de matar o próprio filho Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos, será indiciado pelos crimes de vicaricídio, estupro de vulnerável, tortura e fraude processual. Na mesma investigação, Kathellen Moreira, madrasta da criança, deverá responder por vicaricídio e fraude processual.
A informação foi divulgada pela Polícia Civil em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (28), após a conclusão do inquérito. O delegado Eduardo Menezes, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), explicou que elementos colhidos durante a investigação sustentam o indiciamento por vicaricídio, conforme previsto no Código Penal.
🔎 A violência vicária acontece quando o agressor de uma mulher provoca danos a pessoas com as quais ela mantém vínculo afetivo, como filhos, pais e seus dependentes diretos, com o fim específico de lhe causar sofrimento, punição ou alguma forma de controle ou punição sobre ela. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp O crime ocorreu em Palmas, no dia 2 de agosto de 2026, mas o pai procurou a polícia somente no dia seguinte, alegando que o menino teria sido vítima de afogamento.
Contudo, o laudo do Instituto Médico Legal (IML) concluiu que Gustavo morreu após sofrer múltiplas agressões e violência sexual. Nesta segunda-feira (28) a Justiça do Tocantins determinou o trancamento definitivo da investigação contra Sabrina da Silva Feitosa, mãe de Gustavo, e contra a advogada dela, Stella Bueno, no inquérito que apura a morte da criança. O juiz concluiu que não havia justa causa para a continuidade da investigação contra as duas.
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Segundo a investigação, quando foram detidos, já haviam escondido aparelhos celulares. Eles estão presos desde 5 de agosto. A Justiça negou dois pedidos de habeas corpus apresentados pela defesa de Kathellen.
Apesar de ela ter uma filha bebê, o Judiciário considerou que a criança está sob os cuidados da avó e que os fatos investigados são graves. Esta reportagem está em atualização. Agora no g1 Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
