O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu REUTERS/Ronen Zvulun/Pool O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o Irã está à beira do colapso e que a queda do regime do país está próxima em declaração nesta quarta-feira (9).

✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O premiê israelense, que deu início à guerra contra o governo iraniano ao lado dos Estados Unidos, no final de fevereiro, falou sobre a atual situação do conflito, que se intensificou nos últimos dias, em uma visita às tropas israelenses na Síria. "Ainda há trabalho a ser feito — a principal tarefa é derrubar o regime terrorista no Irã. Estamos muito perto disso.

Sabemos que todo o eixo acabará por ruir", disse ele no lado sírio do Monte Hermon, na fronteira entre Israel e Síria, durante uma visita ao Ministro da Defesa, Israel Katz. Há 15 dias, Netanyahu chamou os governantes do Irã de "selvagens" e afirmou não acreditar que uma saída diplomática é possível para encerrar a guerra. Ele também elogiou a campanha de pressão econômica promovida pelo aliado contra Teerã.

"Duvido que seja possível chegar a um acordo com aquele grupo lá, com aqueles selvagens. Eu digo a vocês: um acordo não pode ser alcançado", declarou. Israel alertou EUA sobre ameaça de morte contra Trump, diz agência Um dia antes da declaração, o primeiro-ministro israelense havia acusado o Irã de tentar assassinar um dos filhos dele, mas não especificou qual deles, nem quando ou onde teria ocorrido a tentativa.

O primeiro-ministro israelense tem dois filhos e uma filha. “Aconteceu algo inacreditável: o Irã mirou em um dos meus filhos. O Irã tentou matar um dos meus filhos”, declarou Netanyahu durante uma entrevista por telefone ao canal Channel 14.

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