Senado Federal - plenário Ton Molina/Agência Senado Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3) mostra como está a disputa para o Senado no Rio de Janeiro. Na pesquisa estimulada sobre intenção de voto para senador, considerando a combinação dos votos para as duas vagas, Carlos Jordy tem 17%; Carlos Portinho (PL) e Benedita da Silva (PT) aparecem com 16% cada. Na sequência, Pedro Paulo (PSD) aparece com 10%, Marcelo Crivella (Republicanos) com 9% e Monica Benicio com 6%.
📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Na pesquisa espontânea da Quaest — em que os nomes não são mostrados aos eleitores entrevistados —, 40% estão indecisos, porque não souberam citar um candidato (eram 79% na última pesquisa). Já na pesquisa estimulada, a lista de candidatos é mostrada, e cada entrevistado precisa responder duas vezes em quem pretende votar: para a primeira vaga e, depois, para a segunda vaga.
Agora no g1 Os resultados da pesquisa para o Senado consideram as menções para a primeira e a segunda vagas em um total que soma 100% das intenções de voto e mantém a proporção entre candidatos, brancos/nulos e indecisos. As candidaturas de André Monteiro (Democrata) e Comandante Ribeiro Afonso (Democrata) foram indeferidas pela Justiça Eleitoral e não constam a partir de 23/09.
Veja os números abaixo: Combinação - votos totais, estimulada Carlos Jordy (PL) — 17% (era 15%) Carlos Portinho (PL) — 16% (era 15%) Benedita da Silva (PT) — 16% (era 15%) Pedro Paulo (PSD) — 10% (era 7%) Marcelo Crivella (REPUBLICANOS) — 9% (era 7%) Monica Benicio (PSOL) — 6% (era 6%) Michelly Xavier (UP) — 1% (era 1%) Waguinho (REPUBLICANOS) — 1% (era 2%) Helio Secco (MISSÃO) — 0% (era 0%) Marcos Dias (PODEMOS) — 0% (era 1%) Paula Falcão (PSTU) — 0% (era 0%) Vinicius Benevides (UP) — 0% (era 0%) Luciano Mattos (PRTB) — 0% (era 0%) Luiz Eugenio (PCO) — 0% (era 0%) Ó Clemente (DEMOCRATA) — 0% (era 0%) Indecisos — 6% (era 9%) Branco/Nulo/Não vai votar — 18% (era 22%) 1º voto — estimulada Benedita da Silva (PT) — 26% (era 25%) Carlos Jordy (PL) — 22% (era 15%) Carlos Portinho (PL) — 14% (era 16%) Marcelo Crivella (REPUBLICANOS) — 9% (era 9%) Pedro Paulo (PSD) — 7% (era 5%) Monica Benicio (PSOL) — 3% (era 4%) Michelly Xavier (UP) — 1% (era 0%) Waguinho (REPUBLICANOS) — 0% (era 2%) Helio Secco (MISSÃO) — 0% (era 1%) Marcos Dias (PODEMOS) — 0% (era 0%) Paula Falcão (PSTU) — 0% (era 0%) Vinicius Benevides (UP) — 0% (era 0%) Luciano Mattos (PRTB) — 0% (era 0%) Luiz Eugenio (PCO) — 0% (era 0%) Ó Clemente (DEMOCRATA) — 0% (era 0%) Indecisos — 3% (era 4%) Branco/Nulo/Não vai votar — 15% (era 19%) 2º voto — estimulada Carlos Portinho (PL) — 18% (era 15%) Carlos Jordy (PL) — 12% (era 15%) Benedita da Silva (PT) — 6% (era 4%) Pedro Paulo (PSD) — 12% (era 9%) Marcelo Crivella (REPUBLICANOS) — 10% (era 4%) Monica Benicio (PSOL) — 10% (era 8%) Michelly Xavier (UP) — 2% (era 1%) Paula Falcão (PSTU) — 2% (era 1%) Waguinho (REPUBLICANOS) — 0% (era 3%) Marcos Dias (PODEMOS) — 0% (era 1%) Helio Secco (MISSÃO) — 0% (era 0%) Vinicius Benevides (UP) — 0% (era 0%) Luciano Mattos (PRTB) — 0% (era 0%) Luiz Eugenio (PCO) — 0% (era 0%) Ó Clemente (DEMOCRATA) — 0% (era 0%) Indecisos — 7% (era 14%) Branco/Nulo/Não vai votar — 21% (era 25%) A pesquisa foi contratada pela Globo.
A Quaest ouviu 3.204 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 2 e 3 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo RJ-03032/2026.
O que são votos válidos? É a forma como o TSE divulga o resultado oficial das eleições. São os votos dados nos candidatos.
Esse cálculo deixa de fora os votos em branco e nulos e abstenções. Para vencer no 1º turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto. Como a Quaest calcula os votos válidos?
A Quaest leva em consideração as intenções de voto da pesquisa e o perfil de comparecimento para estimar os votos válidos. É o modelo likely voter, que considera eleitores com maior propensão a votar. Eleições para o Senado Nas eleições de 2026, os eleitores irão às urnas escolher dois representantes para o Senado.
Em 2018, na última eleição em que duas vagas estavam em disputa, milhões de votos para o cargo ficaram em branco ou foram anulados. O Senado tem 81 cadeiras, e o mandato dos senadores é de oito anos. A renovação acontece de forma alternada: em uma eleição são escolhidos dois senadores por estado e pelo Distrito Federal, renovando dois terços da Casa.
Na eleição seguinte, apenas uma vaga por unidade da Federação é disputada. Cúpula do Senado Federal e prédio do Congresso Nacional durante o amanhecer. Pedro França/Agência Senado
