Corpo de Pâmela Letícia Nolastro Cunha foi encontrado em área rural de Piratininga (SP) Reprodução/Andressa Lara/TV TEM A Polícia Civil de Bauru (SP) prendeu no começo da madrugada desta sexta-feira (9) um homem de 23 anos suspeito de envolvimento no latrocínio da motorista de aplicativo Pâmela Letícia Nolastro Cunha, em Piratininga (SP). A mulher foi encontrada morta na tarde de quinta-feira (8) em uma estrada de terra nas proximidades do Museu do Café. O corpo dela tinha marcas de golpes de arma branca.
📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp A investigação apontou que o homem de 23 anos, morador do Jardim Redentor, em Bauru, deixou o veículo roubado da vítima estacionado no mesmo bairro. O veículo foi periciado e encontrado com grande quantidade de sangue no banco do motorista, além de vestígios no teto. Policiais da 3ª Delegacia de Homicídios da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) localizaram o suspeito na casa da namorada, também no Jardim Redentor.
Carro de Pâmela foi encontrado em bairro de Bauru nesta quinta-feira (8) Andressa Lara/TV TEM O suspeito confessou que receberia R$ 2 mil para levar o veículo roubado para Bauru, usando seu cadastro no aplicativo para solicitar a corrida para a vítima. O homem teve a prisão temporária decretada pela polícia, que segue na investigação para saber se o suspeito foi quem matou Pâmela e encontrar outros possíveis suspeitos no crime.
Desapareceu um dia antes de ser encontrada morta A motorista de aplicativo Pâmela Cunha estava desaparecida desde quarta-feira (7), quando saiu de casa para trabalhar. Segundo a Polícia Civil, o corpo da vítima foi encontrado com marcas de violência. A polícia prendeu nesta sexta-feira o último passageiro a realizar uma corrida com a motorista.
Corpo encontrado em área de mata em Piratininga é de motorista de aplicativo desaparecida A família de Pâmela registrou um boletim de ocorrência por desaparecimento logo após perder o contato com a jovem. Os parentes estranharam o fato de o telefone celular dela estar desligado e de o veículo ter sumido.
Mensagens ajudaram na localização do corpo Mensagens enviadas em um grupo do WhatsApp por Pâmela, de 29 anos, encontrada morta em Piratininga (SP), ajudaram a Polícia Civil a achar o corpo e o carro da motorista de aplicativo. Em entrevista à TV TEM, Stefânia Nolastro Cunha, irmã da vítima, relatou que o alerta sobre o paradeiro de Pâmela começou a surgir após o contato com outros motoristas. "De repente começamos a encontrar os amigos dela que também são Uber e começaram as pistas'", explicou Stefânia.
Motorista de aplicativo encontrada morta mandou localização de local próximo a onde o corpo foi achado Reprodução Stefânia explicou que a irmã saiu para trabalhar por volta das 6h de quarta-feira e manteve contato com parentes até por volta das 14h. Depois disso, a família perdeu a comunicação com a motorista. Ao perceberem que ela não havia retornado para casa, os parentes foram à delegacia na manhã de quinta-feira para registrar o boletim de ocorrência de desaparecimento, até então sem pistas da localização dela.
Polícia investiga corpo encontrado em área rural de Piratininga Andressa Lara/TV TEM Em um print da conversa, Pâmela relatou que estava havia dez minutos com um passageiro no Museu do Café e que ele enfrentava dificuldades para pagar a corrida, além de ter pendências. A motorista também enviou a localização exata de onde estava. Na conversa, Pâmela escreveu em sua última mensagem: "vim parar aqui no museu do café em Piratininga.
Já faz 10 minutos que tô aqui com o cara. E ele diz que não consegue entrar no banco. Estou aqui com o carro aguardando".
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