Porta-aviões dos EUA que atracou na Tailândia chama atenção ao aparentar desgaste no casco Uma cena incomum envolvendo o Exército dos Estados Unidos chamou a atenção do público e viralizou nas redes sociais nesta semana. O porta-aviões USS Abraham Lincoln chegou à Tailândia com diversas manchas no casco, e as fotos do navio rapidamente renderam milhões de visualizações.

✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A embarcação atracou na terça-feira (1º) no porto de Laem Chabang para manutenção, e seus cinco mil marinheiros desceram ficarão hospedados em Pattaya, conhecida como a "cidade do pecado", no local após passarem quase 300 dias em alto mar. USS Abraham Lincoln, da Marinha dos EUA, em dezembro de 2025 e em setembro de 2026. Initial plugin text O USS Abraham Lincoln deixou os EUA em novembro de 2025 e em janeiro foi enviado para o Oriente Médio.

Após meses participando da guerra contra o Irã, ele foi trocado pelo USS George Washington após denúncias de crise de saúde mental entre os marinheiros por conta do longo destacamento, incluindo relatos de tentativas de suicídio. Os internautas rapidamente apontaram para o casco, que apresentava manchas escurecidas na parte inferior ao longo de toda sua extensão, e as publicações pelo assunto geraram milhões de visualizações na rede social X. Initial plugin text

Initial plugin text Veja abaixo fotos do USS Abraham Lincoln na chegada à Tailândia: Porta-aviões USS Abraham Lincoln, dos Estados Unidos, ao chegar à Tailândia em setembro de 2026 após passar quase 300 dias em alto mar. REUTERS/Chalinee Thirasupa Porta-aviões USS Abraham Lincoln, dos Estados Unidos, ao chegar à Tailândia em setembro de 2026 após passar quase 300 dias em alto mar.

REUTERS/Chalinee Thirasupa Porta-aviões USS Abraham Lincoln, dos Estados Unidos, ao chegar à Tailândia em setembro de 2026 após passar quase 300 dias em alto mar. REUTERS/Chalinee Thirasupa Porta-aviões USS Abraham Lincoln, dos Estados Unidos, ao chegar à Tailândia em setembro de 2026 após passar quase 300 dias em alto mar. REUTERS/Chalinee Thirasupa