Em Belém, Flávio Bolsonaro fala sobre Alexandre de Moares O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro do Partido Liberal (PL) falou nesta segunda-feira (14) , durante agenda em Belém, sobre suas expectativas para o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF). Marcado para esta terça-feira (15), a sessão deve analisar o relatório da Polícia Federal (PF) que reuniu 52 mensagens trocadas entre o ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e o ministro Alexandre de Moraes.

"É o início de um julgamento que eu tenho a certeza que vai fazer com que o Alexandre de Moraes seja oficialmente investigado. Porque não é possível alguém que tenha feito tudo isso que já veio à tona, que foi mostrado, que ele fique impune, que ele continue participando de julgamentos", afrimou. ✅ Receba as notícias do g1 Pará direto no WhatsApp

Além das críticas ao ministro, Flávio Bolsonaro defendeu a ampla divulgação de outras investigações em curso no STF. "Eu quero transparência de todas as investigações que estão em andamento no Supremo, não apenas com relação ao filho do Bolsonaro, com relação ao INSS, com relação às fake news e com relação ao Lulinha", declarou. Flávio Bolsonaro (PL) chegou no início da tarde a Belém onde foi recebido por apoiadores e por candidatos do PL no estado.

Após falar com a imprensa, ele seguiu em motocarreata de um hotel próximo ao aeroporto da capital paraense até o Complexo Ver-o-Rio, onde realiza um comício.

Candidato à presidência, Flávio Bolsonaro cumpre agenda em Belém nesta segunda-feira,14 de setembro Gil Sóter/g1 Questionado sobre suas propostas na área ambiental, o candidato à presidência da República defendeu "transformar as riquezas naturais do Pará e do Brasil em benefícios para a população” e criticou o que chamou de ideologização dos licenciamentos ambientais.

"A questão ambiental é importante porque, muitas vezes, ela está mais relacionada aos crimes ambientais: a exploração ilegal de madeira, a exploração ilegal de ouro, de minérios. Isso tem que ser combatido com lei dura, com prisão de pessoas que fazem isso de forma ilegal.

E a gente pode ter uma proposta para o ambiente que permita que possamos transformar riquezas que Deus deu, por exemplo, aqui ao estado do Pará, em riquezas para o povo do Pará, riquezas para o povo brasileiro, de forma responsável, sem ideologização dos licenciamentos ambientais, como acontece hoje, que acabam inviabilizando qualquer tipo de projeto, mesmo aqueles que tenham, claramente, como o seu escopo, a proteção e a preservação do meio ambiente", afirmou.

Ele destacou o turismo como alternativa econômica viável para auxiliar na proteção ambiental. "Eu digo que o maior fiscal do meio ambiente é o próprio turista. É um segmento que nós temos que incentivar muito, o turismo, inclusive em áreas que são tocadas, como terras indígenas, quilombolas, reservas ambientais", declarou.

Em Belém, Flávio Bolsonaro fala sobre meio ambiente