Logo do Canva Divulgação O Canva, plataforma australiana de criação de designs, anunciou nesta terça-feira (3) uma reestruturação que afetará 1.271 funcionários, o equivalente a 22% de sua equipe. A empresa atribuiu as mudanças à desaceleração do crescimento, registrada pela primeira vez em uma década. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem?

Mande para o g1 O anúncio foi feito pela cofundadora e presidente-executiva da empresa, Melanie Perkins. Segundo ela, a companhia pretende reduzir níveis hierárquicos, reunir departamentos e dar mais autonomia a equipes menores. "Este foi nosso ano mais difícil até agora e, como compartilhamos no início deste ano, nosso crescimento desacelerou pela primeira vez em uma década", disse a Perkins.

A reorganização prevê a integração das áreas de Produto, Crescimento e Plataforma em uma única estrutura. O Canva também pretende concentrar mais equipes de produto em Sydney, na Austrália, que passará a ser a principal base de trabalho desses profissionais. ➡️ Outra mudança envolve o modelo de trabalho.

A partir de janeiro, a empresa espera que a maioria dos funcionários que atuam em regime híbrido passe de dois para três dias presenciais por semana. A exigência poderá variar conforme a região. Funcionários demitidos terão salário e plano de saúde Os funcionários desligados receberão pelo menos seis meses de salário, 12 meses de cobertura de saúde e recursos de apoio para recolocação profissional.

Em comunicado aos funcionários, Perkins afirmou que a empresa avaliou diferentes alternativas antes de concluir que mudanças menores não seriam suficientes para preparar o Canva para a próxima década. O anúncio ocorre um dia depois de a Squarespace, empresa de criação de sites, anunciar cortes que atingem 19% de sua equipe. A empresa também anunciou um pacote de apoio aos funcionários desligados.

Eles receberão pelo menos seis meses de salário, 12 meses de cobertura de saúde nos países em que o benefício é oferecido e suporte para recolocação profissional, com orientação de carreira e preparação para entrevistas. 💻 A companhia disse ainda que permitirá que os trabalhadores fiquem com os notebooks usados no trabalho. Agora no g1