Bombeiro acusado de matar estudante de medicina é levado para delegacia em SP O bombeiro militar Marcos Paulo Fujarra de Oliveira, que matou a tiros o estudante de Medicina Bruno Hashimura San Juliano, de 23 anos, em Taubaté, foi encaminhado para o Presídio Militar Romão Gomes, na Zona Norte de São Paulo, após ser preso nesta quarta-feira (7). A unidade é destinada a policiais militares que estão presos preventivamente ou que já foram condenados pela Justiça comum ou militar.
Marcos chegou à delegacia na manhã desta quarta-feira em uma viatura oficial do Corpo de Bombeiros. Após passar pelos procedimentos policiais e pelo exame de corpo de delito. Depois, por volta de 12h30, ele foi encaminhado para a unidade prisional militar.
✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp O Presídio Militar Romão Gomes foi criado em 1957 e ocupa uma área de cerca de 1 milhão de metros quadrados, que também abriga outras unidades da Polícia Militar, na Zona Norte da capital. A direção do presídio fica sob responsabilidade de um oficial da Polícia Militar. A unidade recebe policiais em diferentes situações processuais, incluindo aqueles que ainda aguardam julgamento e os que já foram condenados.
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Segundo informações apuradas pela reportagem, eles devem se apresentar pela manhã com uniforme em condições determinadas pela unidade. Os presos têm até cinco refeições por dia e direito a duas horas de banho de sol. Nos primeiros 30 dias, quem chega à unidade passa pelo chamado “estágio vermelho”, período de maior restrição.
Depois dessa fase, conforme o caso e o comportamento do interno, existe a possibilidade de progressão para setores menos restritivos. Os internos também podem participar de atividades de trabalho e estudo. A participação em atividades laborais ou educacionais pode resultar em remição da pena, conforme as regras previstas na legislação.
Entre as atividades citadas pela reportagem está o trabalho em uma empresa de peças para carros localizada dentro da área do presídio. Em caso de descumprimento das normas da unidade, o interno pode ser transferido para um presídio comum. Saiba como é o Romão Gomes, presídio militar para onde bombeiro que matou estudante é levado em SP William Almeida/TV Vanguarda Caso Bruno Marcos é acusado de matar Bruno Hashimura San Juliano, de 23 anos, após uma discussão de trânsito em Taubaté, no dia 30 de setembro.
Segundo a investigação da Polícia Civil, o bombeiro teria descido do carro, quebrado o vidro da porta do motorista do veículo de Bruno e efetuado os disparos. O estudante foi atingido por quatro tiros e morreu após ser baleado. O Ministério Público de São Paulo denunciou Marcos por homicídio qualificado, com as qualificadoras de motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima.
A denúncia ainda será analisada pela Justiça. A defesa afirma que Marcos agiu em legítima defesa e informou que vai apresentar as manifestações e teses defensivas nos momentos processuais adequados. Estudante de medicina Bruno Hashimura San Juliano corre após ser baleado por bombeiro em Taubaté Reprodução Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina
